Eu sinto não saber o que sentir. Sinto a certeza de não sentir ou simplesmente a vontade de não querer sentir. A chatice, quase redundante da falta de coesão, dada pela constante repetição de palavras que geram a falta de qualquer coerência, traduzem, ou apenas tentam de forma simples, o que sou. Sou a inconstância e devaneio rodeado de sentimentos de sentimento algum. Estou atolado em meio a tempestade e fixado de mãos atadas. A brisa já não mais refresca, a água não mata a sede, não a que sinto, pois essa não é saciada por liquido algum. A fome, tenho, e é constante, mas de certo não é de alimento. A pestanas se desencontram uma da outra, em direção oposta e longe do acompanhar dos olhos que parecem fixos ao nada. Os dias são noites, as madrugadas o anuncio de tudo como ontem. A imperfeição de tudo e do todo torna-se a explicação e justificativa do óbvio, mas ao mesmo tempo sugere que não era pra ser assim.
Aproveite............
quinta-feira, 2 de junho de 2011
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