Ser
ou não ser nunca foi a questão, nem muito menos quem veio primeiro o
ovo ou a galinha.
A verdadeira questão é sabermos quem somos, o
que somos e por que somos.
Nos entender vai muito além de saber
prato, time ou programa de tv preferido.
Às vezes, para não dizer sempre,
não nos enfrentamos, não nos corrigimos e muito menos nos julgamos. Somos feitos vítimas de nós mesmos em um mundo em que ser é imitar, ter é
poder e ser é o mesmo que não ser.
A liberdade, a personalidade são
apenas fantasiadas em palavras, cujo o significado fica antônimo em
nossa realidade irreal.
Somos uma matrix dos desejos, somos apenas
fantoches de um sistema chamado [eu quero ser como ele].
Mudarmos
nossa maneira de ser, improvável. Tentar mudar, possível. Deixar
tudo como está, o esperado.
Verdade!
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