Não quero parar para pensar no óbvio e nem escolher palavras para qualquer explicação.
Quero olhá-la da cabeça à ponta dos pés e dizer meu, mas sem alguma pretensão egoísta.
Quero sorrisos discretos, daqueles que fogem nos cantos da boca, impossíveis de se segurar.
Não quero buscar compromissos que pesem ou doam, quando o mais leve é se doar.
Quero observar seus olhos sempre sinceros sem a intenção de algum dia os julgar.
Quero as verdades verdadeiras, daquelas que nunca se possa duvidar.
Não quero apertar sua mão e nem a abraçar.
Quero o encaixe perfeito de cada parte sem ao menos um pouco forçar.
Quero planos secretos, sem algum segredo, todos feitos da anunciada noticia que é amar.
Quero olhá-la da cabeça à ponta dos pés e dizer meu, mas sem alguma pretensão egoísta.
Quero sorrisos discretos, daqueles que fogem nos cantos da boca, impossíveis de se segurar.
Não quero buscar compromissos que pesem ou doam, quando o mais leve é se doar.
Quero observar seus olhos sempre sinceros sem a intenção de algum dia os julgar.
Quero as verdades verdadeiras, daquelas que nunca se possa duvidar.
Não quero apertar sua mão e nem a abraçar.
Quero o encaixe perfeito de cada parte sem ao menos um pouco forçar.
Quero planos secretos, sem algum segredo, todos feitos da anunciada noticia que é amar.
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