Não há verdade no
que faço, e a sinceridade limita-se a essa confissão.
Quando não se sabe
onde chegar a partida fica impedida, plantada sob os pés.
O vento que corre o
rosto, bagunça o cabelo, persegue fechar meus olhos na tentativa de
não me permitir enxergar, quando ainda os tendo abertos há tempos
já não posso ver.
Não quero mudar o
que está feito, pois feito está, mas o que me sobra fazer?
Já me transbordam
perguntas e nenhuma resposta.
Caminhar sem destino
certo, em vez de mais perto, faço me afastar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário